A lei da mente é implacável. O que você pensa, você cria; o que você sente, você atrai; o que você acredita, torna-se realidade. Buda

25 janeiro, 2010

Nossas Melhores Escolhas

No post de ontem falamos sobre a necessidade de, muitas vezes, termos de Repetir para Comunicar com eficiência e eficácia a mensagem que queremos passar. O tema nos levou até a questão da diversidade que encontramos em nosso mundo. Ok, diminuindo o universo em questão, a diversidade de pesoas com suas capacidades de entender e de escolher que encontramos em nossa cidade, nosso bairro, por vezes até dentrode nossa família. E lá falamos sobre o quanto esta diversidade de pessoas com suas próprias Escolhas, é boa para que possamos melhor ...

... entender quais podem ser nossas melhores Escolhas!



A idéia aqui é a seguinte: a diversidade de Escolhas possíveis com que nos deparamos dia a dia, nos ajuda a melhor entender quem nós somos ou para onde estamos indo, nos tornando. Você encontra em seu dia, em seu local de trabalho, as mais diversas opções de vida. Uma pessoa que vive só e nem pensa em ter um relacionamento, um casamento. Outra que casou, mas nenhum dois dois quer filhos. Outro que mora numa casa afastada, quase no campo. Outra que vai a festas todos os dias possíveis. Um outro que trabalha tanto para ficar tão rico que nem sabe o que andam fazendo seus filhos. Sabe de alguém que optou por ser trapaceiro. Tem um que vive na política. Outro que.. .enfim, tudo é possível.

Algumas dessas escolhas lhe parecem interessantes, boas, Você as escolheria para si. Mas a pessoa que lhe mostrou uma dessas opções faz outras coisas de que Você não gosta. O que isto lhe ajuda? Você vai aprendendo com estas vivências, com a observação do que acontece a sua volta, o que cada escolha tem de bom, o que pode resultar de bom dela.

Tira idéias de cada escolha, não de cada pessoa. Ou melhor, Você busca para sua vivência, para seu rol de escolhas, aquilo que julga interessante em cada pessoa. Não precisa trazer todas as escolhas de uma pessoa para sua vida, pode escolher de cada uma o que lhe parece bom. Tirar exemplos bons, refugar o que não lhe parece interessante. Claro que o que pode ser bom para uma pessoa, pode não ser para Você. Até aqui tudo ok, penso eu.

O que a maioria das pessoas ainda não consegue entender é o quanto é bom que nos deparemos, por vezes, com coisas que não nos agradam. É a tal da diversidade. Há alguém que tem uma vida desregrada, desajustada, a qual Você não quereria para si. Buenas, Você tende a se afatar desta pessoa, destes fatos. Se concentra naquilo que Você quer.

Mas a tal pessoa acaba cruzando seu caminho mais dia, menos dia. Afinal é quase seu visinho. E Você não pode deixar de observar, por exemplo, o estado deplorável da vida que ela leva. Isto lhe causa mal estar, emoções desagradáveis. E aqui entra a parte mais interessante. Esta emoção desagradável, não boa, lhe aponta o que Você não quer. Ou, de outra maneira, o quanto aquilo que Você está vivenciando, presenciando, está em desacordo com seus desejos interiores.

E isto lhe aponta, certamente, qual a melhor escolha para Você. Basta olhar no sentido inverso. Imagine uma pessoa desregrada financeiramente que Você observa, certo dia, sendo despejada de sua casa por falta de pagamentos. É uma situação extremamente desagradável e que nos toca. A emoção é muito ruim, muito embora seja o outro que está vivendo aquilo. E aqui Você pensa (depois de para de pensar no porquê de ela estar naquela situação, afinal isto não lhe deve ocupar a mente): "- Eu nunca vou querer isto para mim. Eu quero uma vida organizada e segura. Eu quero sempre manter tudo em dia, tudo em ordem,. Eu quero sempre ter dinheiro suficiente para pagar todas as minhas contas de forma regular, etc, etc".

E isto, neste caso, ocorre com forte emoção associada, alta carga de desejo. O Universo anota este seu pedido e lhe devoldve isto. Esta acaba sendo uma escolha feita com tanta emoção e convicção que produz resultados muito rápidos.

E veja bem, partiu de uma situação desagradável para Você, ou ao seu modo de entender. Aquela escolha não é sua e lhe propicia alta carga de desejo que lhe garante uma escolha segura e de retorno rápido. E aqui voltamos à diversidade. Aqui podemos linkar com o que falamos no início: as muitas vivências com que cruzamos, nos levam a refinar nossas escolhas. E aquelas experiências que observamos e entendemos desagradáveis, nos levam a ter mais fé e convicção na hora de emitir nossa vibração.

A diversidade é muito boa e nos mostra sempre que caminhos seguir. Só conhecendo melhor as opções (e não precisamos vivenciá-las para saber o que nos desagrada), é que podemos ir afinando nossas escolhas para nos tornarmos o que queremos ser. Ou o que já somos.

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